sábado, 10 de janeiro de 2015

Dois reféns mortos em sequestro de mercado na França são identificados; fotos

Yohan Cohen e Yoav Hattab morreram em atentado a um mercado kosher na França Foto: Twitter / Reprodução
Extra
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Um dia após os nomes das quatro pessoas que morreram no atentado a um mercado kosher, que vende produtos para judeus, em Paris, terem sido divulgados, fotos de duas das vítimas foram liberadas. A imagem do tunisiano Yoav Hattab, de 21 anos, chegou a público por meio de seu irmão, que ligou para uma rádio local e, depois, divulgou a fotografia do jovem morto. Yohan Cohen, de 22 anos, foi outra vítima que teve sua imagem liberada. Além deles, Philippe Braham e François-Michel Saada morreram no atentado. As informações são do jornal Daily Mail.

Foto de Yoav Hattab foi divulgada por irmão Foto: Twitter / Reprodução



O vice-prefeito do subúrbio onde Cohen morava, Francois Pupponi, disse que a família do jovem está devastada. “Ele era um bom garoto. Eu o conhecia de vista. Essa tragédia afeta toda a cidade e a comunidade judaica”, falou Pupponi.

Família de Yohan Cohen está devastada Foto: Twitter / Reprodução



O atentando aconteceu na sexta-feira, quando Amedy Coulibaly e Hayat Boumeddiene, sua namorada, invadiram uma mercearia com dois fuzis kalashnikov e ameaçaram matar os reféns caso os irmãos Chérif e Said Kouachi, supostos autores do ataque ao jornal “Charlie Hebdo”, não saíssem ilesos do outro cerco.

A ação no mercado terminou quase na mesma hora em que os irmãos Kouachi foram mortos após sequestrarem um homem dentro de uma gráfica na cidade de Dammartin-En-Goële, no norte da França.

Após a ação da polícia, o local e o corpo das vítimas passou por perícia.

Segundo informações do jornal "Le Figaro", o homem que mantinha pelo menos sete pessoas reféns dentro do mercado, Amedy Coulibaly, foi morto. Agora, a polícia está atrás de Hayat, que continua foragida e é descrita como armada e perigosa pela polícia. Em entrevista coletiva, o presidente francês, François Hollande classificou a ação no mercado judaico de um "atentado antissemita".

Fonte: Extra

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