quarta-feira, 18 de julho de 2012

17/07/2012 22h17 - Atualizado em 17/07/2012 22h17 Grupo aéreo da PM tem que decolar para resgatar vítimas em 2 minutos Grupamento Aéreo da PM socorreu trabalhador em incêndio na capital. Policiais militares devem fazer concurso interno para atuar no grupo. Do G1 BA, com informações da TV Bahia Comente agora Assim que toca a sirene, os agentes do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer) têm, no máximo, 2,5 minutos para a decolagem do helicóptero. Quatro militares devem estar sempre de prontidão para atender os pedido de socorro. Foram eles que resgataram um trabalhador durante o incêndio no último pavimento do Instituto de Cacau da Bahia, no bairro do Comércio, ocorrido na manhã de segunda-feira (16). O resgate foi coordenado pelo major Renato Lima, que descreve o momento. "A aeronave aproximou 20 cm do terraço. O tripulante [o subtenente Luís Aguinaldo] desceu, pegou a vítima, colocou o cinto de segurança e deu o 'ok' para que a gente pudesse evacuar do local", explica. Para fazer parte do grupo, o policial militar faz um concurso interno. O primeiro treinamento dura um ano. Depois, eles passam por novos treinamentos a cada quatro meses. No dia da ação, o policial precisa saber usar cada equipamento. "Conversa com o comandante, o subcomandante da operação e nós, tripulantes, observamos, chegamos ao local e, por decisão do grupo, a gente escolhe a opção que é a mais acertável possível no momento do resgate", descreve o subtenente Luís Aguinaldo. A prioridade da operação é a proteção e socorro da vítima. saiba mais Paredes internas do Instituto de Cacau serão demolidas, diz Codesal Defesa Civil faz vistoria em prédio atingido por incêndio em Salvador Aquecimento impede vistoria dentro do Instituto de Cacau Veja resgate de homem durante incêndio no Instituto de Cacau da BA Incêndio atinge prédio do Instituto do Cacau no Comércio, em Salvador Resgate O homem foi resgatado com apoio do helicóptero da Polícia Militar na manhã de segunda-feira (16), durante o incêndio que atingiu o Instituto de Cacau da Bahia. O incêndio foi iniciado logo depois das 10h e controlado por volta das 13h. O Instituto de Cacau foi construído na década de 1930, no bairro do Comércio, na capital, e foi tombado como Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) no ano de 2002. A Defesa Civil de Salvador (Codesal) realizou na tarde desta terça-feira (17) a vistoria no prédio e constatou que ele precisa passar por reforma. As paredes do terceiro pavimento tiveram as suas características físicas abaladas por conta do aquecimento e, por isso, deverão ser demolidas. O órgão informou que o prédio não corre risco de desabar. Os técnicos verificaram ‘deformação’ na laje do quarto pavimento e constataram a existência de 45 botijões de gás pertencentes à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), responsável pelo restaurante popular, que funciona no andar térreo do prédio. Os botijões devem ser retirados com "maior brevidade possível" e todo prédio passará por uma revisão elétrica. Não há informação oficial de quando será realizado o primeiro dia de obra. Serviços Todos os órgãos que funcionam no prédio - Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), Defensoria Pública da Bahia e Secretaria da Educação - suspenderam o atendimento até que o local seja liberado. O restaurante popular segue fechado e vai deixar de fornecer mais de quatro mil refeições por dia. Já a direção do SAC, onde são atendidas três mil pessoas todos os dias, vai dar orientações para a população sobre como ficam os serviços ainda nesta terça-feira.



Grupamento Aéreo da PM socorreu trabalhador em incêndio na capital.
Policiais militares devem fazer concurso interno para atuar no grupo.

Do G1 BA, com informações da TV Bahia

Assim que toca a sirene, os agentes do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer) têm, no máximo, 2,5 minutos para a decolagem do helicóptero. Quatro militares devem estar sempre de prontidão para atender os pedido de socorro.
Foram eles que resgataram um trabalhador durante o incêndio no último pavimento do Instituto de Cacau da Bahia, no bairro do Comércio, ocorrido na manhã de segunda-feira (16). O resgate foi coordenado pelo major Renato Lima, que descreve o momento. "A aeronave aproximou 20 cm do terraço. O tripulante [o subtenente Luís Aguinaldo] desceu, pegou a vítima, colocou o cinto de segurança e deu o 'ok' para que a gente pudesse evacuar do local", explica.

Para fazer parte do grupo, o policial militar faz um concurso interno. O primeiro treinamento dura um ano. Depois, eles passam por novos treinamentos a cada quatro meses. No dia da ação, o policial precisa saber usar cada equipamento. "Conversa com o comandante, o subcomandante da operação e nós, tripulantes, observamos, chegamos ao local e, por decisão do grupo, a gente escolhe a opção que é a mais acertável possível no momento do resgate", descreve o subtenente Luís Aguinaldo. A prioridade da operação é a proteção e socorro da vítima.
Resgate
O homem foi resgatado com apoio do helicóptero da Polícia Militar na manhã de segunda-feira (16), durante o incêndio que atingiu o Instituto de Cacau da Bahia. O incêndio foi iniciado logo depois das 10h e controlado por volta das 13h. O Instituto de Cacau foi construído na década de 1930, no bairro do Comércio, na capital, e foi tombado como Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) no ano de 2002.

A Defesa Civil de Salvador (Codesal) realizou na tarde desta terça-feira (17) a vistoria no prédio e constatou que ele precisa passar por reforma. As paredes do terceiro pavimento tiveram as suas características físicas abaladas por conta do aquecimento e, por isso, deverão ser demolidas. O órgão informou que o prédio não corre risco de desabar.

Os técnicos verificaram ‘deformação’ na laje do quarto pavimento e constataram a existência de 45 botijões de gás pertencentes à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), responsável pelo restaurante popular, que funciona no andar térreo do prédio. Os botijões devem ser retirados com "maior brevidade possível" e todo prédio passará por uma revisão elétrica. Não há informação oficial de quando será realizado o primeiro dia de obra.
Serviços
Todos os órgãos que funcionam no prédio - Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), Defensoria Pública da Bahia e Secretaria da Educação - suspenderam o atendimento até que o local seja liberado.
O restaurante popular segue fechado e vai deixar de fornecer mais de quatro mil refeições por dia. Já a direção do SAC, onde são atendidas três mil pessoas todos os dias, vai dar orientações para a população sobre como ficam os serviços ainda nesta terça-feira.

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