
Ontem (9), por volta das 21 horas, os policiais
militares Maxwel Alves e Andrade impediram a fuga de três detentas da delegacia
de Arataca. Elas foram surpreendidas no momento exato em que já fugiam com seus
respectivos pertences pela garagem da cadeia. São elas: Marta Miranda Silva, 27
anos, acusada de latrocínio; Juliete Reis Sousa, 22, acusada de invasão de
domicílio e roubo, e Daniela Santos Silveira, 32, acusada de participação no
tráfico de drogas. Hoje (10), por volta das 08h15, as presas se rebelaram
ateando fogo em seus pertences, suas alimentações e materiais das celas, sob a
alegação de maus tratos. Momentos após já chegavam ao local diversas guarnições
da Polícia Militar de cidades vizinhas a exemplo de Jussari composta pelos
soldados Macedo e Menezes, e de São José da Vitória, composta pelos soldados
Thiago Melo e Olívio, para reforçarem o policiamento local.
Entre as exigências das detentas para que
concordassem com a mudança de celas, inclusive facilitando aos policiais a
revista pessoal por uma policial feminina, destacou-se o pedido de que fossem
submetidas a assistência médica; que lhes fossem concedidas um telefonema para
seus familiares, dentre outras. Diante das exigências, o oficial coordenador,
Tenente Lima, providenciou para que uma uma enfermeira do município comparecesse
a Delegacia afim de assistir as detentas bem como deliberou as ligações
telefônicas exigidas. Com o quadro estabilizado após as deliberações do Ten PM
Lima Junior, o oficial entrou em contato com o Coordenador da 6ª
COORPIN/Itabuna, delegado Evy Paternostro, que designou a delegada Maria das
Graças Valadares, plantonista do dia em Itabuna, para cuidar do caso. A perícia
foi chamada e todas as detentas foram levadas para o Presídio Feminino, em
Ferradas, Itabuna, onde serão ouvidas, juntamente com os policiais militares
envolvidos no caso.
Fonte: Rede Brasil de Noticias

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