O
Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta terça-feira (9) a conduta do
ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Apontado pela acusação como
mentor do esquema de compra de apoio político durante o governo Lula,
Dirceu deve ser condenado pelo crime de corrupção ativa.
Cinco dos atuais dez ministros do STF já condenaram Dirceu. Votaram pela condenação Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes. O revisor do processo, Ricardo Lewandowski, o absolveu. Dias Toffoli acompanhou o revisor. Ainda faltam proferir o seus votos os ministros Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e o presidente do STF, Carlos Ayres Britto.
Se Marco Aurélio Mello considerar Dirceu culpado, o Supremo confirmará o que o Ministério Público apontava: o mensalão foi gerenciado pelo então ministro entre “as quatro paredes da Casa Civil”. A versão é negada pelo ex-ministro.
As investigações e os votos dos ministros do Supremo mostram que Dirceu atuava nas duas pontas do esquema, negociando empréstimos bancários fraudados para ocultar desvios de recursos públicos e fomentar o caixa do mensalão e, ao mesmo tempo, fechando os acordos políticos com a promessa de saques milionários.
Para o advogado do ex-ministro, José Dirceu de Oliveira e Silva, O Ministério Público não provou as acusações feitas contra seu cliente e os argumentos acolhidos pelos ministros não comprovam o envolvimento de Dirceu no escândalo.
Cinco dos atuais dez ministros do STF já condenaram Dirceu. Votaram pela condenação Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes. O revisor do processo, Ricardo Lewandowski, o absolveu. Dias Toffoli acompanhou o revisor. Ainda faltam proferir o seus votos os ministros Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e o presidente do STF, Carlos Ayres Britto.
Se Marco Aurélio Mello considerar Dirceu culpado, o Supremo confirmará o que o Ministério Público apontava: o mensalão foi gerenciado pelo então ministro entre “as quatro paredes da Casa Civil”. A versão é negada pelo ex-ministro.
As investigações e os votos dos ministros do Supremo mostram que Dirceu atuava nas duas pontas do esquema, negociando empréstimos bancários fraudados para ocultar desvios de recursos públicos e fomentar o caixa do mensalão e, ao mesmo tempo, fechando os acordos políticos com a promessa de saques milionários.
Para o advogado do ex-ministro, José Dirceu de Oliveira e Silva, O Ministério Público não provou as acusações feitas contra seu cliente e os argumentos acolhidos pelos ministros não comprovam o envolvimento de Dirceu no escândalo.
Fonte: Bocão news
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